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Esta inoportuna ausência que tenho tido não colapsou de forma alguma a linha de continuidade do blog. Longe da blogosfera, mas com a intermitência constante da frase que deu nome ao blog, jamais me teria esquecido da última mensagem silenciosa que recebi dele (...) do grande pedido genuíno e simples que me deixou (...) Não te quero ver chorar! Foi a mensagem silenciosa de apelo que me deixou, transmitindo sentimentos de muitos que passaram e passam pela mesma situação que NÃO VOS QUEREM VER CHORAR,
Lembro-me dele todos os dias, ele acompanha-me sempre e ele jamais deixaria que este projecto ficasse pelo caminho... Se bem se lembram está a decorrer um inquérito sobre as temáticas que envolvem o blog. O que me tem chegado vou tentando dar resposta revitalizando e indo ao encontro de quem segue aquilo que escrevo.
Deste modo além das demências, que já têm sido abordadas de forma mais especifica, passarei a fazer abordagens direccionadas para o envelhecimento (no geral), especificando também a questão do isolamento social. Também os cuidadores serão alcançados para as novas áreas de temas quer em relação à depressão (que em muitos casos também afecta os portadores de demência) e a exaustão.
Tal como já Lavoisier dizia: " Na natureza nada se perde, tudo se transforma" a vida é assim mesmo! Só temos de procurar o novo sentido para as "perdas" que no meu ver se envolverem amor de ambas as partes nunca se perderão realmente.
Quantas vezes já se questionou: "onde está o meu pai?" desconhecendo características e representações de personalidade que até então eram impensáveis. Eles continuam lá (em corpo) apenas se transformaram e a transformação nem sempre é tão má quanto a pintamos.
Nada é o fim de nada se não pusermos um ponto final
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