Um espaço que nasceu do amor, da troca de sentimentos e dos cuidados de uma neta (eu) ao meu avô. A prova que o amor não tem de morrer com ninguém e quando amamos alguém amamos além da morte. Temos desafios, batalhas e outras coisas na vida que nos fazem lutar, que nos magoam e ainda assim nos fazem crescer porque aprendemos com elas. Foi a minha experiência com alguém que eu amava e amo muito, que me foi deixando de reconhecer.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Jovens encenam a perda de memória
A sensibilização em torno das demências tem sido feita já em vários países desde as faixas etárias mais novas, assumindo assim um papel com forte relevo quer na desmistificação dos estigmas associados à doença de alzheimer, quer na prevenção e sensibilização relativamente à mesma.
O Concurso Ciência em Cena, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, tem como missão promover a consciencialização em torno das doenças degenerativas.
No concurso, participaram alunos de diversas escolas do país, tendo os mesmos apresentado trabalhos direccionados para a sensibilização de diferentes doenças.
Foi neste enquadramento, que a Andreia, a Carina, o Tiago, a Ana, o Diogo e a Catarina se juntaram e com a ajuda de alguns professores puseram em Cena a doença de alzheimer.
Sensibilizados para a doença através de experiências familiares, agruparam-se e reflectiram numa curta metragem os aspectos essenciais deste problema.
Através da encenação de contextos e cenários típicos ao longo dos diversos estádios da doença.
Ainda que possam não vencer o concurso, serão já vencedores por se dedicarem desta causa alertando assim para a comunidade escolar sobre o retrato da doença de alzheimer e da forma como a mesma evoluí.
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