Hoje vou falar-vos dos genes.
Na literatura recente que vos tenho recomendado e partilhado muito se fala da hereditariedade na doença de alzheimer.
Recentemente saiu na revista Sábado (edição de 5 de Fevereiro) uma reportagem sobre a doença de alzheimer. Numa linguagem simples e acessível são faladas das respostas, necessidades, sentimentos, testemunhos de doentes, cuidadores e familiares.
Ao que parece segundo as investigações, o alzheimer não é um "papão que vem do nada" a doença pode mesmo estar nos genes transmitidos pelos nossos antepassados ou então é ditada pelo estilo de vida que adoptamos.
Nessa mesma reportagem fala-se do ApoE4, poderia tomar o cognome de O temível ou então "presente envenenado" pois na verdade é o gene transmitido hereditariamente que hoje se tem como protagonista facilitador da doença de alzheimer. Possuir este gene não significa que esteja condenado a vir a ter a doença de alzheimer. Ter este gene representa ter maior susceptibilidade de desenvolver a doença de alzheimer, mas o facto de ter como herança este gene não significa que venha a ter a doença. Esse mesmo gene foi também ele o responsável pelo despoletar do interesse de Jean Carper, que enquanto detentora do mesmo foi levada à descoberta de formas de prevenir ou atenuar os efeitos da doença de alzheimer.
Neste sentido importa saber se os seus antepassados lhe deixaram este legado, fazendo análises ao sangue que pode solicitar através do seu médico de família.
Após ter acesso ao resultado da mesma, poderá delinear a estratégia que melhor se adeqúe a si. Importa referir que estas análises (bem como as da urina) poderão ser úteis no despiste de intolerância ao glutén (tão abordada no livro Cérebro de Farinha- que já aqui foi sorteado), que resulta num conjunto de sintomas facilmente confundidas com sinais da doença de alzheimer (brevemente falar-se-á aqui sobre isso mais detalhadamente).
O livro de Carper, 100 coisas simples que pode fazer para prevenir a doença de alzheimer e a perda de memória associada à idade, apresenta métodos simples comprovados através de diversas experiências como benéficas na prevenção e manutenção da sua memória. A jornalista sugere novos estilos de vida, mais saudáveis optando por actividades e alimentos benéficos que mantenham a doença longe da instalação e desenvolvimento nela e em todas as pessoas que possuam o gene.
Para os restantes, estes conselhos serão também pertinentes para reduzirem as probabilidades da doença os vir a assombrar.
Pode adquirir os livros aqui:
Cérebro de Farinha
100 coisas simples que pode fazer para prevenir a doença de alzheimer e a perda de memória associada à idade
Um espaço que nasceu do amor, da troca de sentimentos e dos cuidados de uma neta (eu) ao meu avô. A prova que o amor não tem de morrer com ninguém e quando amamos alguém amamos além da morte. Temos desafios, batalhas e outras coisas na vida que nos fazem lutar, que nos magoam e ainda assim nos fazem crescer porque aprendemos com elas. Foi a minha experiência com alguém que eu amava e amo muito, que me foi deixando de reconhecer.
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