Nos dias 11 e 12 assinalou-se a Conferência Internacional Alzheimer no Mediterrâneo.
Um evento cheio de experiências, umas mais inovadoras, outras mais semelhantes entre si, mas todas com o propósito de desenvolver e melhorar a qualidade de vida quer dos doentes de alzheimer, quer dos profissionais e familiares que lidam com a evolução dos sintomas afectos a esta doença.
Juntos por uma mesma problemática, os representantes dos catorze países presentes no certame apresentaram o ponto de situação nas respostas e iniciativas para esta problemática.
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| Dr. Ferderico Palermiti (Mónaco) AMPA |
Tal como já é do conhecimento publico desde há muito que a Associação Alzheimer Portugal em particular de forma colectiva, tem travado fortes lutas para a criação de um Plano Nacional para as Demências. Comparativamente outros países, como a França ou até Marrocos estamos ainda muito à quem do desejado e do que é cada vez mais necessário para o tratamento e acompanhamento de todos os envolvidos na doença.
Em França já vigora o terceiro plano nacional direccionado para as demências, e em Marrocos apesar da ainda fraca expressão do fenómeno do envelhecimento começa-se já a intervir neste domínio com a criação do Primeiro Centro de Alzheimer.
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| Drª Catarina Alvarez (Portugal) responsável do projecto Café Memória |
Em Itália começam-se a dar os primeiros passos na criação de respostas especificas à semelhança do que se passa no nosso país. Também Malta, disponibiliza essencialmente a mesma tipologia de cuidados e apoios, tendo ao dispor uma linha telefónica de apoio.
Alguns representantes evidenciaram também estratégias desenvolvidas em parceria com crianças para promover não só os laços inter geracionais como também acções de educação para a saúde que venham assim destigmatizar a visão da doença de alzheimer desde as idades mais precoces.
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| Drª Isabel Sousa (Portugal) responsável do projecto Cuidar Melhor |
Para nós que não (Portugal e portugueses) que ainda não desenvolvemos certos tipos de intervenções, estas discussões permitiram o delinear de novas estratégias para melhor (con)viver com a doença e com os doentes, proporcionando-lhes assim uma melhor qualidade de vida.
Exemplo disso mesmo são os grupos de suporte, encontros como o Café Memória e projectos como o Cuidar Melhor.
Fotografias cedidas pela responsável do Gabinete de relações publicas da Alzheimer Portugal, Drª Tatiana Nunes.
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