quarta-feira, 19 de março de 2014

Doença de Parkinson- Queria mexer-me...

A doença de Parkinson vem a ser falada desde a antiguidade. Trata-se tal como a doença de alzheimer de uma perturbação neurodegenerativa. Apresenta como a segunda doença neurodegenerativa com maior prevalência, logo a seguir à doença de Alzheimer.
Abrange maioritariamente indivíduos acima dos 70 anos de idade, sendo mais predominante no sexo masculino. Em relação às causas da doença estas parecem ainda ser desconhecidas.
Trata-se de uma perturbação que afecta maioritariamente os órgãos do aparelho motor, dificultando assim a marcha e a execução de movimentos e tarefas diárias manuais.
Desenvolve-se  pela apresentação de tremores que para além de afectarem o normal funcionamento do individuo a nível físico prejudicam também o seu campo psicológico e emocional.
A rigidez é outro dos sintomas que vem associado a esta doença na medida em que se pode falar de uma atrofia muscular que vai desacelerar e diminuir a capacidade de movimento do doente. Associado à rigidez corporal o desequilíbrio poderá vir como consequência na medida em que existe uma perda de força dos membros inferiores e isso resulta em dificuldades de locomoção.
 Posteriormente, surgem também dificuldades na linguagem e na escrita ficando estas funções também comprometidas.
 Nota-se ainda uma instabilidade postural, particularmente no caso da pessoa passar muito tempo sentada. Existe também grande dificuldade a executar movimentos finos que exijam alguma destreza manual mais apurada como por exemplo abotoar botões.
Para além da afecção que existe a nível motor, desencadeiam-se mesmo que não seja desde o inicio da doença, alterações ao nível psicológico. Deste modo, a doença pode apresentar consigo algumas alterações no sono, apatia, ataques de pânico, alterações da memória podendo mesmo levar ao aparecimento de um quadro de demência.
Pode também sofrer de alterações na libido, problemas gastrointestinais, insónias ou sonolência excessiva.
O diagnóstico pode realizar-se através dos critérios existentes a nível internacional realizado por um médico; tendo em conta a experiência clínica ou pela realização de uma PET- Tomografia por emissão de pósitrões.

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