Uma vez que normalmente o aparecimento da doença se reconhece numa fase de vida mais tardia em que à partida já é tida com alguma normalidade a dependência destes doentes que enquanto idosos vão sendo cada vez mais acompanhados por terceiros na realização das actividades de vida diárias. No caso da condução esta acaba por ser uma actividade que nessas idades já não é desempenhada de um modo geral, pelo que nessas idades não representa grande foco de problemática.
No entanto quer quando a demência surge em idades mais precoces ou quando o doente ainda desempenha essas funções isto poderá traduzir-se num turbilhão de novos problemas associados à doença. Tal como acontece com a perda das restantes competências isto não será bem aceite pelo doente.
Ainda assim é de notar que a continuidade de conduzir neste estado psicológico se apresenta num perigo acrescido quer para os doentes, quer para quem com eles viaje e para os demais utilizadores das vias em que este circule.
É por isso importante que em conjunto com o médico estabeleça a melhor estratégia de modo a evitar que a pessoa conduza o menos possível.
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