Pode por isso começar com pequenos lapsos de memória ou pequenas desorientações espaciais.
Muitas vezes, esses primeiros sinais de alerta são desculpados naturalmente pelo envelhecimento biológico sendo que aparece maioritariamente após os 65 anos. No entanto, neste caso não se trata unicamente de lapsos isolados de memória sendo que estas passam a ter uma presença cada vez mais constante na vida do doente. A ausência das memórias do passado é substituída fortemente por experiências e vivências anteriores, como forma de trazer o passado para o presente.
Prognóstico:
Trata-se de uma doença à partida irreversível, ainda que tenham existido já estudos experimentais que apontam para um retrocessos dos seus efeitos nos doentes, ainda não existe medicação disponível que assim o comprove.
A tendência natural é o definhar para o agravamento da doença. Traduzindo-se inicialmente pelos pequenos esquecimentos que evoluem para aspectos de maior relevância. Conduzindo a uma desorientação espacial e temporal, em que podem ocorrer conversas descontextualizadas como: "tenho de ir para a escola", não existindo o reconhecimento do espaço em que está, levando por isso a episódios de fuga.
Num outro estádio, a evolução da doença poderá originar a que o doente vá perdendo a sua mobilidade o leve consequentemente a uma dependência total perante os seus cuidadores.
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